sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ângela e Paulo Soneto

    Estarei nesse momento, novamente a tomar a liberdade de invadir seu precioso tempo. Espaço e paciência, para narrar mais uma experiência de meus textos. Espero não me tornar inconveniente. Trata-se de uma narrativa singela e comum, de um desencanto romântico fictício, entre Ângela e Paulo. A proveito para dar um refresco de descontração e fugir dos termos da atual conjuntura, saturada e desgastante, que predomina no momento, para algo mais tolerável e ameno, pelo menos sem propina e sem sangue. Pois bem, trata meu conto, de um romance frustrado de um jovem mancebo, que já conformado com sua desventura amorosa, lança mão de uma flamante mensagem em soneto como último expediente, na tentativa de tocar o cupido, e reverter a obstinada situação. Eis na integra o desabafo de Paulo...]

Minha querida Ângela, não é preciso dizer, seus olhos estão dizendo, estou perdendo você e por isso estou sofrendo. No seu modo de olhar, na frieza dos seus beijos, eu sei não sou mais aquele, que matava seus desejos. É uma paixão terrível, a gente ver de repente, a pessoa mais querida nos deixando lentamente, vou precisar de muita força, na hora da despedida, ou serei mais um boêmio nas madrugadas da vida.”.

    Com essas palavras Paulo joga a toalha e encerra seu período de tentativas e assédios, na esperança de reconciliação. Seguindo sua nova jornada e seu destino.... A todos um abração. Grato, até a próxima. 31/01/17.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

O FIM DE UMA SAGA.


Saudações,
Amigos estamos todos os dias lamentavelmente, a ser bombardeado pela mídia com novas informação de políticos a se digladiarem, nas aguas turvas e dejetos, de um imenso mar de corrupção. A grande maioria desses indivíduos se equivalem. Todavia tenho a dizer que o cidadão em sã consciência de seu livre arbítrio e liberdade de pensamento, tem plena consciência que o PT, sua cúpula e tropa de choque, não foram os inventores da corrupção, lógico! Ela constitui-se, de um mal que nos aflige desde os primórdios dos tempos, provavelmente desde que nossos ancestrais silvícolas faziam das árvores sua proteção e as cavernas sua moradia.
           Esse infortúnio nos acompanha passo a passo no cotidiano. Raríssimas são as exceções, de pessoas que já não tenham cometido alguma forma de levar vantagem ilícita por mais singela que seja. Porém essa convulsão compulsiva, não outorga a ninguém o direito da aplicação e prática de regras e princípios desonestos. Se em gestões passadas ouve essa espécie de equívocos e conivência que acabou chegando até nós, não podemos cometer o mesmo engano. Temos que possuir nesse momento o sentimento de repúdio e deflagrar a cápsula que irá explodir e estancar o sinistro que nos assola... Para que no futuro nossos descendentes não tenham que passar pela mesma adversidade. Não podemos fechar os olhos; aliás, “o pior cego é aquele que não quer enxergar”; portanto amigos, não estou a bajular, nem protegendo. Estou apenas transportando para esse texto a visão que minha ótica encontrou nos atuais eventos políticos.
           Outrossim, devo salientar, que não estou aqui a queimar meus neurônios, e não irei baixar meu nível para defender políticos, siglas partidárias e outros facínoras. Meu objetivo e prioridade é a defesa e o resguardo da democracia, a moral e ética. Estou sim, lamentando e ao mesmo tempo a incriminar os governantes atuais de nossa nação, pelo péssimo desempenho administrativo e moral. Não precisamos de olho clínico para sentir o parafuso em que o Brasil mergulhou. Mesmo um leigo consegue facilmente sentir o efeito e a repercussão da crise. Escrevo esse texto crítico, sem cor partidária e sem dolo, de forma independente. Porém vou me ater, aos responsáveis e causadores de toda essa crise: “Lula e sua quadrilha”! Isso poderá custar-lhes o mandato da presidência. O que é lamentável sobre todos os aspectos... Não havia necessidade desse expediente pois o povo brasileiro confiou, deu-lhe apoio maciço elegendo-o presidente com grande maioria... Um casamento perfeito. É o caso de nos indagarmos: O que leva alguém possuindo o poder e o apoio da maioria dos brasileiros, nadando em prestígio, abandonar o caminho livre e desimpedido de vencedor, para ingressar em um rumo pedregoso e desonesto da corrupção, e a jogar tudo por água a baixo? Veja no que deu! Vou arriscar uma opinião, quero crer que os 7 pecados capitais iriam se encaixar como uma luva nesses motivos. Amigos, depois dessa surpreendente decepção, estamos em uma encruzilhada sem destino.
           E agora... Em quem confiar? Realmente é incrível como estamos carentes de homens públicos com caráter. Trocar Dilma por Temer é trocar seis por meia dúzia. Bem, precisávamos passar o brasil a limpo. Me parece que pelo desenrolar dos acontecimentos isso pode ocorrer. Mas somente isso não basta, os salvadores da pátria estão de plantão, como diria um amigo meu. “Mas, por favor!” Vamos nos esforçar para não incorrermos no mesmo erro. Não concedermos nosso aval a salvadores e paraquedistas, para não termos que repetir tudo novamente.
           Para finalizar, “Não há regra sem exceção“ e me sinto na fronteira da mágoa e da dor. Mas, a justiça e a verdade, sempre prevaleceu... Acredito que não será diferente desta feita. Vamos aguardar!
Espero ter me feito entender... Até a próxima! Grato...

Luiz E. Leite. 23/04/2016.

Revisão: Aquiles Grego

quinta-feira, 24 de março de 2016

O preço da negligência.

CRÔNICA DE LUIZ EDGAR LEITE
O preço da negligência.
Trata- se de uma crônica crítica caseira, sobre o asfalto do Balneário Rincão.
Existem certos episódios em nosso cotidiano que nos deixam perplexos... A ignorar alguns comportamentos e atitudes, sem critério de responsabilidade. Para variar, de algumas pessoas públicas. Cidadãos esses que persuadiram a sociedade a depositar-lhes confiança irrestrita, outorgando-lhes seus avais nas urnas, para que esses ditos políticos nos representem e desenvolvam suas funções, no mínimo dentro do mais alto grau de honestidade e transparência, prestando conta de seus atos a quem interessar possa.
Pois bem as linhas do meu texto de hoje, têm o endereço da Prefeitura do Balneário Rincão. Um recém emancipado município. Não vai aqui julgamento generalizado de sua administração, até porque, observo que está sendo realizado até o momento, uma boa gestão. Minha reclamatória vai de encontro a uma ocorrência especifica e isolada. Pois bem, amigos (as)... Tenho residência na zona sul desse Município onde veraneio localizado nas imediações do mercado Beira Mar, por isso, posso comentar de cadeira; embora o problema esteja localizado nessa região; atinge e prejudica a todos que por ali transitam. A questão em pauta é um trecho de asfalto iniciado e “terminado” a cerca de um ano. Pois bem, aqui encontra-se o “xis” do problema! Para quem não conhece o local vou tentar ilustrar a área física. Não tenho dados oficiais mas me orientarei no “olhômetro”. Trata-se de aproximadamente mil metros de pavimentação asfáltica com umas 10 quadras nesse percurso, na rua Antônio Pagani, que tem início em frente ao mercado aqui já citado. Acompanhei passo a passo o desenrolar dessa obra. Ficamos todos eufóricos e felizes ao entender que após muitos anos, enfim iriamos nos libertar de muitos anos de indesejável transtorno. Chegamos a comentar: “Finalmente alguém com visão, bom senso e vontade, para realizar esse benefício por demais almejado!”. Mero engano, amigos. Só decepção! O que aconteceu realmente, foi o seguinte: quando o trabalho estava chegando aos últimos metros de seu encerramento, o asfalto lá do início já começou a dar sinal de sua péssima qualificação; mão-de-obra ou do material empregado. Sua deterioração foi rápida e rasteira... Surgiram alguns buracos... foram se multiplicando até chegar na deplorável e surpreende situação que se encontra hoje. O que nos deixou pasmos, foi o curto espaço de tempo que isso ocorreu! “Prazo zero” e a situação voltou praticamente ao que era. Frustrante, não? Quem quiser conferir minhas palavras é só dar uma passadinha por lá.
Em síntese, com a palavra alguém responsável, por favor!... Merecemos uma explicação plausível: por que isso está OCORRENDO? E o prejuízo aos cofres públicos? Precisamos de solução sem mais demora. Esse é o meu desconforto sobre esse dilema.
Grato abraço, até a próxima. L. E. L. 23/03/2016.


Revisão: Aquiles Grego

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Indústria da multa

Estava eu há não muito tempo navegando pela internet, mais precisamente no facebook, senão quando, me deparei com um “quadro” de críticas para mim lamentavelmente sem nexo, falta de critério e consciência.                                                        
       Análise essa, expressa por uma senhora que se achava repleta de entendimentos ou razão. Pensei cá com meus botões que essas pessoas deveriam fazer um ato de mea-culpa antes de urdir e destilar suas iras, em comentários plenamente dispensáveis que surgem normalmente em nosso dia-a-dia. Sobretudo, sendo em um veículo de comunicação com tão alto poder de repercussão, formador de opiniões que ressoa aos quatro ventos. Pois bem: Essa “distinta” senhora fez uma severa e veemente crítica a dois funcionários de um órgão, que ministram multa de trânsito. Segundo a foto no face, os dois trabalhadores estavam no canteiro central da avenida em campana, ocultos atrás de um coqueiro ornamental onde passa a corrente elétrica com seu instrumento de trabalho... Um “radar”, multando os motorista que não respeitam as leis do trânsito. A propósito, devo ressaltar, é claro, que sou contra qualquer injustiça, muito mais a da indústria da multa. Bem, em ato contínuo, relatarei sua reação verbal: “-- Ladrões, safados... Deveria lhes cair um fio de alta tensão em cima e eletrocutá-los!”.
      Agora, vamos a explanar a injustiça cometida... Vamos convir; Primeiro que os funcionários são meros coadjuvantes no processo, estão apenas cumpriam suas obrigações, portanto inocentes. Nesse caso temos que dirigir nossas reclamatórias e reivindicações a quem de direito. Se a lei foi estabelecida... Ponto final, justa ou não, tem que ser cumprida. Outrossim, gostaria de dar um lembrete a essa senhora e aos que assim procedem: Não seria mais correto, educado e menos cruel, obedecer a lei? Simples! Ninguém seria multado, tampouco se multaria. Havemos de rever certos conceito.
        Nesse comentário encontramos dois vilões: A mulher e o infrator. Para encerrar, vou invocar um velho Adágio Bíblico: “Dai a Deus o que é de Deus, e a César o que é de César”... E um provérbio popular que o meu saudoso pai sempre lembrava:
...“Quem não quer briga com gamba, não cria galinha”!

...Queres honestidade e ser honesto, obedeça as leis.

Luiz E. Leite.  Abraços até a próxima...     
                                                                                                                     Revisão: Aquiles Grego

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

AGRADECIMENTOS À CÂMARA DE VEREADORES DO BALNEÁRIO RINCÃO



AGRADECIMENTO



Esse é o reconhecimento da família Fúlvio Leite que vem, através de seus filhos, muito respeitosa e penhoradamente utilizar-se desse expediente para agradecer ao honorável corpo de vereadores desse jovem e promissor município, “Balneário Rincão”, pela homenagem ímpar, concedida a nosso inesquecível e saudoso patriarca, Fúlvio Leite.

     Ele foi agraciado pelo prestigioso aval dos nobres vereadores que designaram seu nome para uma rua desse município, o qual muito nos envaidece e orgulha. Nós, filhos: Luiz, Elizabete, Odilon, Edson, Plinio e todos os demais membros, integrantes da família, lhes somos eternamente gratos. Queremos também agradecer a todos que colaboraram de alguma forma, e de maneira especial três membros desta casa. A nobre vereadora Lidiana Vieira Santos, o nobre vereador Carlito Rosso e o presidente Airtom Ferreira. Carinhosamente desejamos a vocês muitas felicidades, saúde e vida longa. Quisera nós, simples mortais, podermos algum dia possuir o poder de resgate e retribuição dessa homenagem. Vamos fazer votos que sim.

     Concluindo esse feliz sentimento de gratidão, deixamos essas linhas com muito afeto e o sentimento do dever comprido. Muito obrigado...!

    Luiz Edgar Leite.

Balneário Rincão 01/09/2015.    

sexta-feira, 24 de julho de 2015

FULVIO LEITE - Mini-Biografia



FULVIO LEITE mini-biografia

Esse é um pequeno resumo do histórico ou biografia do senhor Fulvio Leite, meu querido e saudoso progenitor. Esse documento nos foi solicitado pela honorável vereadora, Lidiane Vieira que está integrada nesse processo. O motivo dessa solicitação tem a ver com o nome de uma rua desse município, que está sendo designada a levar seu nome.   
    Fulvio Leite, consiste em um cidadão impar da mais alta integridade que viveu 75 anos dentro de um estilo de vida que primou sempre pelo amor, a moral e a ética. Ele foi um assíduo frequentador e morador da praia do rincão desde os idos da década de 40, quando nossa praia se constituía apenas na rua da antiga igreja; que na época era uma simples capelinha; hoje rua Abílio Paulo. Era um apaixonado por nosso balneário, e muito amou essa terra. Possuiu residência de veraneio em nossa orla, por cerca de 40 anos. Sua característica alegre e bem-humorada, tornou-o muito conhecido e granjeou-lhe muita simpatia e amizade.
   Vou aproveitar a oportunidade para fazer um registro à parte, curioso e coincidente. Ele foi amigo e vizinho de apartamento por longo período do nosso prefeito, Décio Góis, em Criciúma.
    Sua origem: Fulvio leite, nasceu no municio vizinho de Araranguá, em 21/08/16. Filho de Luiz de Oliveira Leite e Infância Maria Borges. Casou-se com Autilina Gomes Leite, em 15/06/40 e faleceu em 15/07/91. Foi um baluarte com muito garbo, que constituiu uma bela família de cinco filhos. Pela ordem, Luiz Edgar Leite, Elizabete, Odilon já falecido, Edsom, Plinio, e vários netos. Desses filhos, dois residem no rincão, o Luiz e o Plinio. Fulvio foi um homem comum mas de muita fibra, inteligência e tempera invejável.
    
   História e motivo de sua vinda para Criciúma: Em 1945 era funcionário de uma indústria de calçados, em Araranguá, a PAM LTDA. Essa fábrica foi vendida e transferida para Criciúma. Ele, como bom oficial foi contratado pelos novos proprietários, ficou na indústria por mais três anos, quando optou por se estabelecer no mesmo ramo, onde manteve sua atividade até se aposentar.
  
   Outros parâmetros de suas peculiaridades: ele foi um entusiasta do esporte principalmente o futebol. Foi um dos fundadores do Esporte Clube Comerciário, o atual Criciúma E. C.. Time que ele amava incondicionalmente com muita paixão. Com seu entusiasmo peculiar, ele construía chuteiras e as consertava junto com as bolas. Era admirador assíduo de cinema, um dos poucos entretenimentos da época. O seu Fulvio, foi e será sempre lembrado pelo ser impecável que foi.

   Bem, vou encerrar com aquele amor e àquela saudade... Esse texto foi redigido por seu filho mais velho, Luiz Edgar Leite, com muito orgulho.                    

   Seu histórico e seu mérito, é no mínimo do tamanho da homenagem, que a queremos lhe conferir.
“Meu pai deixou essa vida mas cumpriu sua missão, com muita astúcia e trabalho deixou saudade e paixão”.
   
  Agradeço, aos honoráveis vereadores e a todos os demais, especialmente ao meu irmão, Plinio Leite e a Nobre vereadora Lidiane Vieira, que têm os méritos pelo desenlace desse evento.

Abraços...!

domingo, 12 de julho de 2015

Senhor Cérebro

Saudações.

Hoje vou transferir para as linhas desse instrumento de comunicação, algo que encontra-se arraigado, a muito em minha mente. Porem surge nesse momento a oportunidade de expô-la a apreciação e analise de quem interessar possa.   Tenho a impressão, que não são muitas as pessoas que possuem aquele interesse, para com essa espécie de tema. Aja visto a pouca frequência de difusão na literatura e na mídia.  Com seu campo de ação pouco explorado. Tomarei a liberdade de entrar em um Universo de expectativa e magia ímpar, mas pouco difundida. Já que trata-se de um princípio talvez, não muito conhecido, e também pela pouca audiência de adeptos. Eu a estou considerando de pouca consciência. Porem ousarei continuar com meu conceito, pois considero de relevante importância. Faço votos que consiga despertar maiores interesse. 

 Nosso cérebro, nosso mundo, nosso destino, Deus e Demônio. Senhor absoluto de nosso comportamento e responsável pela existência, do modelo de vida em nossa civilização. Todos os êxitos de nossas conquistas e também nas derrotas, seja no âmbito do bem ou do mal, lhes são inegavelmente atribuído. Graças ao seu brilhante desempenho, a muito, desde nossos primeiros passos, nos primórdios de nossa existência. Sua clarividência nos libertou do obscuro mundo das trevas, e nos lançou em um Universo de luz e razão, virtudes essas reconhecidas por poucos, e atribuídas sempre as mais fáceis e cômodas explicações, as forças utópicas do misticismo. Nosso magnifico herói em questão, continuará a nos conduzir em nossa jornada, que por certo, longe estará seu fim. Estou imaginando que possa haver um final, o que não deixa de ser uma incógnita. Não existe ainda mecanismo ou tecnologia capaz de nos auxiliar, a desvendarmos os mistérios do futuro. Para isso teria que nesse caso, voltar a acionar o gatilho da velha tecla entre meus contexto e constato, somente na ausência da convicção, e com mecanismos imaginários da misticidade, poderemos obter algumas respostas realista. “Seria na minha opinião, como se houvéssemos que recorrer a um aparelho ortopédico para nos locomovermos.”.

Nosso cérebro, nosso herói e nosso vilão. Costumo a dizer que a mente humana possui duas facetas, uma de herói e outra de vilão, ou em outra designação, o bem e o mal. Ele é na realidade um ser vivo, está presente em nós. Por ser uma entidade material possui os méritos e deméritos de um ser real, sujeito a todos os inconvenientes e sequelas que lhe são peculiares, exemplo: as moléstias ou o mal, que tem o poder de transformá-lo em vilão. As maculas apresentadas por nosso personagem, são conhecidas, como todas aquelas originada pelos seres humanos.

Vou relembrar um exemplo oportuno de cérebro doentio, com lembrança não mui grata é verdade, mas permanece bem viva entre nós. O mentor da segunda guerra mundial, infelizmente é nosso contemporâneo “Adolf Hitler” homem, com terrível paranoia contagiante. Contaminou toda Alemanha provavelmente a nação mais culta e desenvolvida da época. Porém seus tentáculos atingiram também outros países, e os arrastou para o Holocausto. Morreram nessa hostilidade cerca 60 milhões de pessoas, sendo 20 militares e 40 de civis, entre esses, 6 milhões de Semitas. Se isso não basta-se, proporcionou ainda que seu país fosse literalmente arrasado. Esse é um exemplo, bem característico e explicito, do poder e do que é capaz nosso cérebro.

Uma questão que me excita constantemente, é no seguinte sentido: Um percentual enorme de pessoas não utilizam a magia e poder de suas mentes para consolidar sua alto determinação. Tão pouco para tentar entender o fascínio de nossa essência e o mistério que nos envolve. São seres que por negligência, oportunismo, e o mais comum falta do saber, optam pelo mais simples e confortável, admitem que outros pensem por eles, isso é, não usam seus raciocínio. O que mina seus poderes de imunidade ficando à mercê das bactérias oportunistas, que não tardam a surgirem por todos os lados, geralmente, é muito comum surgirem em forma, de alguma espécime de sacerdote. Que com sua magnetizante e sutil astúcia, conquistam o total domínio de suas mentes, através de uma variedade de artifícios, compulsivos, dentre eles a “lavagem cerebral”. Assim sendo, após delegar a transmissão do seu livre arbítrio e o comando de sua consciência, aos famigerados magos. Resta-lhes seguir obsessivamente, as regras que lhe serão impostas por seus algozes. Como se fossem animais adestrados sem iniciativa própria, manejados por seus domadores. Exemplo: pastores e seus carneiros dominados e conduzidos. Querem saber seus destinos? Abatedouro. Por esses e outros motivos, é que acho imperativo, as pessoas jamais abrirem mão de sua auto determinação.

Usem seus cérebros, sigam seus caminho com perseverança, pesquisem analisem, estudem, economizem seu precioso tempo, vamos deixar de sermos, “Maria vai com as outras” precisamos preservar nossa autenticidade e lucidez. Para fugirmos desse impasse, a solução está mais próxima do que parece, em nós, mesmo, nosso cérebro.

Outro sim, quero fazer um lembrete que por muitos passam despercebido. Nosso coração, uma peça fundamental para o desempenho da máquina humana, ao transcorrer dos tempos foram lhes atribuídas falsas funções, funções essas que na verdade são realizadas pelo cérebro. Um exemplo: as emoções, o coração só tem a ver com o amor, nas frases dos poetas. No complexo do organismo humano é apenas um funcionário de luxo, que o cérebro possui assim como todos os demais órgãos. Essa observação é com o intuito de desfazer uma das injustiça na atividade do cérebro.  Foi a mais nobre dadiva que a natureza nos propiciou sua versatilidade é simplesmente fascinante, excede as raias do imponderável. Com seu consciente e inconsciente, ações voluntárias e involuntárias, é o responsável por nossa respiração e as pulsações de nossos corações, por todo o período de nossa vida. Sendo propulsão essa, do pulmão e coração simplesmente involuntária. Se não houvesse a ampliação do cérebro humano teríamos continuado a ser animais irracionais, programados e bitolados. Nós somos o que nosso cérebro representa.

 Estou chegando a mais uma resolução de um tema polêmico por mim levantado. Espero não ter atingido pejorativamente a ninguém, esse não foi meu propósito, são apenas explanações de sentidos que existe em minha mente, e sinto necessidade de dividir com mais alguém.
  
“A perseverança e o saber, são o reflexo de nossa soberania”
Abraços...!